Baseado no Edital nº 01/2026 (publicado 06/07/2026). Prova em 11 de outubro. Este painel diz exatamente o que estudar, em que ordem, e por quê — pensado pra quem trabalha de dia e estuda à noite.
Das 100 questões, metade está em apenas duas matérias. Quem entende isso estuda diferente de quem sai lendo o edital de cima pra baixo.
Metade da prova em dois blocos. Português você já tem base da PF — vira manutenção. Tecnologia é o bloco novo mais pesado: é onde as 4 primeiras semanas inteiras vão.
3 questões cada. É a base que você trouxe da PF — não reconstrua do zero. Revisão de questões nas semanas 7–8 resolve. Gastar mês aqui é o erro clássico de quem veio de concurso federal.
A armadilha do ex-candidato da PF: na PF, Direito era o coração da prova. Aqui, Direito inteiro vale 15 pontos e Tecnologia sozinha vale 25. Se você estudar com a cabeça da PF, chega forte onde a prova é fraca e fraco onde a prova decide.
Comece o físico HOJE, não depois da objetiva. O TAF é eliminatório (barra, abdominal, shuttle run, corda, corrida) e o exame de saúde inclui toxicológico de janela de 90 dias. Corrida 3x/semana a partir de agora custa 30 min e elimina o risco de passar na prova e cair no físico — o destino mais comum de quem só estuda.
A prova é idêntica. O que muda é a fatia de vagas futuras e o tamanho da fila em cada região. A escolha é feita na inscrição e vale pro concurso inteiro.
Cada matéria aberta mostra: os tópicos que valem ponto, o que a FGV mais gosta de cobrar, e a fonte gratuita para estudar. Prioridade P1 = decide aprovação; P2 = diferencia classificação; P3 = manutenção da base que você já tem.
Arraste o percentual de acerto esperado em cada bloco e veja a nota final. Use depois de cada simulado real pra saber onde uma hora de estudo compra mais pontos.
O "onde ganhar mais ponto" mostra o bloco com maior número de questões ainda sendo perdidas — é ali que cada hora de estudo tem o maior retorno marginal. Lembre: além dos 50 pontos há cláusula de barreira (limite de classificados por região), então a meta real de segurança é 65–70+.
Ordem pensada em três princípios: (1) o bloco novo mais pesado vem primeiro, quando há tempo pra maturar; (2) legislação estadual no meio, porque é decoreba de retorno rápido; (3) o Direito da PF entra no fim como revisão, não reconstrução.
Pilares CID (confidencialidade, integridade, disponibilidade), malware, phishing, criptografia básica, backup. LGPD (Lei 13.709/2018): bases legais, direitos do titular, ANPD.
Art. 154-A CP (invasão de dispositivo — Lei Carolina Dieckmann), fraude eletrônica (Lei 14.155/2021), estelionato digital, Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014): guarda de registros e requisição por autoridade.
Conceitos de redes (IP, DNS, VPN, protocolos), sistemas operacionais, computação em nuvem, hardware/software básico. É a parte mais "concurseira tradicional" do bloco.
Cadeia de custódia (arts. 158-A a 158-F do CPP — decoreba pura, cai MUITO), local de crime, vestígios, tipos de perícia, exame de corpo de delito.
LC 259/2023 (carreira, deveres, atribuições do Agente — leia o anexo V), Lei Orgânica da PCPR (Lei 23.213/2026), estrutura da PCPR. Ninguém tem vantagem prévia aqui: quem decorar, pontua.
História, geografia, formação étnica e economia do PR (resumo próprio de 5 páginas resolve). Contabilidade: patrimônio, balanço, DRE, débito/crédito — nível introdutório.
Média/mediana/moda, desvio-padrão, probabilidade básica, leitura de gráficos e tabelas. RLM: proposições, sequências, problemas lógicos padrão FGV.
Só questões FGV comentadas — a teoria você já tem. Atenção às diferenças de estilo: FGV cobra letra de lei e jurisprudência em múltipla escolha, não julgamento de item.
Mesma lógica. Em DH, reveja os tratados clássicos (DUDH, Pacto de San José) e regras de uso da força — recorte policial.
25 questões, maior bloco da prova junto com Tecnologia. FGV é banca de interpretação: textos longos, pegadinha semântica, reescritura de frases. Faça provas FGV anteriores inteiras só de português.
100 questões nas condições reais. Depois: corrija, jogue os acertos por bloco no simulador acima e veja onde atacar. 3 min/questão é o ritmo — treine pular e voltar.
Estude SÓ o que o simulado 1 apontou. Simulado 2 no domingo. Nada de matéria nova a partir daqui.
Locais de prova saem dia 05/10 — confira o seu. Revisão leve de resumos, lei seca estadual e cadeia de custódia. Sono em dia. Prova domingo 11/10, 13h–18h, leve documento com foto e caneta transparente.
Teoria nova do bloco da semana. Técnica: 25 min de estudo + 5 de pausa (3 ciclos). Celular em outro cômodo — 1h30 focada vale 3h com WhatsApp aberto.
Só questões do que já foi visto. Errou? Lê o comentário e anota o motivo do erro num caderno — esse caderno vira o material da reta final.
Bloco pesado: fecha a teoria da semana + bateria de 50 questões. Domingo livre (até a fase de simulados). Descanso programado evita o abandono na semana 6.
Você vem do Cebraspe (PF) — certo/errado com penalização. A FGV é outro esporte. Treinar no formato errado é treinar pro campeonato errado.
5 alternativas, erro não desconta. Questão em branco é ponto doado. No Cebraspe você aprendeu a pular na dúvida; aqui, elimine 2 alternativas e chute sempre.
A FGV adora historinha de 8 linhas antes da pergunta. Treine ler a pergunta final PRIMEIRO, depois voltar ao texto — economiza minutos preciosos.
Gramática pura é minoria; semântica, inferência e reescritura dominam. Por isso o treino de Português é fazer prova FGV antiga, não rever aula de gramática.
Nas jurídicas e na legislação estadual, a FGV cobra o texto literal com alterações recentes. Leia a lei seca de 2026, não o PDF de 2023 do curso antigo.
100 questões em 5h = 3 min cada, já contando cartão-resposta. Nos simulados, marque questões que passaram de 3 min e volte no fim.
A marca da FGV: duas alternativas plausíveis onde uma tem um detalhe errado (um "sempre", um "apenas", um prazo trocado). Leia as 5 até o fim, sublinhando absolutos.
Todo concurso tem aprovado em potencial eliminado por boleto vencido. Marque conforme for fazendo.